Sérgio Borges revisita sua trajetória e expõe verdades esquecidas da política capixaba
A nova aparição de Sérgio Borges no CNBCast trouxe um daqueles momentos raros em que experiência, franqueza e memória histórica se encontram. Sem rodeios e sem cautela política, Borges revisitou décadas de atuação no Espírito Santo e abriu discussões que muita gente prefere manter enterrada.
Entre histórias de gestão, disputas internas e decisões complexas, ele reconstruiu passagens marcantes da CESAN, Telest e BANDES — não como quem quer autopromoção, mas como alguém que entende o peso de registrar o que viveu.
E isso faz diferença. Quando um personagem com bagagem real fala, a política deixa de ser teoria e vira prática.
Um dos pontos mais fortes foi o contraste entre o que se dizia nos bastidores e o que realmente acontecia dentro das estruturas públicas.

Borges expôs conflitos, resistências, avanços e, principalmente, os impasses típicos de quem tenta fazer diferente em um ambiente que prefere o mesmo.
A entrevista também trouxe o lado humano: as pessoas que marcaram sua formação, os conselhos que recebeu, as pancadas que levou e o papel da família em decisões que mudaram a trajetória de uma vida inteira.
Essa mistura de técnica, história e sensibilidade transforma o bate-papo em material que ultrapassa o entretenimento.
O CNBCast conseguiu extrair um conteúdo que vai além da narrativa política. É registro histórico. É memória de uma era em que Espírito Santo se formou administrativamente e politicamente como estado moderno.

Para quem acompanha os rumos da gestão pública capixaba, essa conversa é quase um mapa de como o passado construiu o presente.
E para quem não acompanha, é um choque de realidade sobre como política de verdade funciona: com gente, com erro, com acerto, com disputa — e com coragem.
PARTE 02
PARTE 01
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